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Processo vai para o Ministério Público
Publicado em 25/04/2011, às 15h39
 
Última atualização em 25/04/2011, às 15h39

Sul Fluminense

O processo de dissídio de greve iniciado pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada e Cursos de Formação do Estado do Rio de Janeiro contra a Federação dos Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro foi enviado para o Ministério Público do Trabalho (MPT), para que o órgão emita um parecer sobre o caso. Só depois desse parecer o Tribunal Regional do Trabalho poderá julgar a legalidade da greve. Se o movimento for considerado ilegal, os vigilantes terão de retornar ao trabalho, mas se a sentença favorecer os vigilantes, a greve só terminará com um acordo ou com uma sentença do TRT.

Com a greve sem previsão de término, usuários de serviços bancários da região continuavam, ontem, a lotar as casas lotéricas e os caixas automáticos na tentativa de pagar contas e fazer saques e depósitos. Apenas empregados de empresas de grande porte têm a oportunidade de ter acesso às agências no interior das empresas, já que os serviços de segurança, nesse caso, são fornecidos pela empresa que "hospeda" o banco.

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Esse é o caso do controlador de produção Kilber Lopes Tavares, que trabalha na MAN e tem acesso à agência bancária que fica no interior da indústria. Mesmo assim, Kilber e sua mulher, Vanessa Tavares, estavam ontem na fila de uma casa lotérica na Vila santa Cecília, em Volta Redonda: "Precisamos pagar algumas contas que o banco que funciona dentro da empresa não pode receber", disse Kilber. Segundo ele, um dos problemas mais sérios é com o IPVA: o imposto é pago no Banco Itaú, e não é possível fazer o pagamento nos caixas automáticos, a não ser que o pagador seja cliente do banco. "Se essa greve não terminar, vai passar a data de vencimento e não vamos conseguir fazer o pagamento do imposto", disse Vanessa.

O casal já tem enfrentado também dificuldades para sacar dinheiro em caixas automáticos, principalmente nos fins de semana: "tem faltado dinheiro às vezes, embora o banco em que tenha conta tenha aumentado o valor do saque que pode ser feito a cada dia" , afirma Kilber.

O problema já havia sido levantado anteontem pelo presidente do Sindicato dos Vigilantes do Sul Fluminense, Rosemar Rodrigues. Ele disse que a falta de dinheiro acontece porque a distribuição do dinheiro às agências bancárias é feita através do Banco do Brasil, que também funciona precariamente devido à paralisação.- Como as pessoas estão usando os caixas eletrônicos com mais frequência, e levando em conta que a distribuição de dinheiro à agências também não está normal, já era esperado que caixas eletrônicos começassem a ficar impossibilitados de atender a operações de retirada - afirmou Rosemar.

A Justiça do Trabalho determinou que 30% dos vigilantes permaneçam em seus postos e que haja pelo menos um profissional em cada agência bancária. No entanto, isso só é suficiente para garantir que sejam executados serviços internos nos bancos, como a manutenção dos terminais de auto-atendimento. Só em Angra dos Reis, Rio Claro e Paraty as agências bancárias estão funcionando, porque o sindicato de vigilantes que tem base nesses municípios fechou no ano passado um acordo válido por dois anos com as empresas de segurança.


Confira as cidades onde os bancos estão fechados

Volta Redonda

Barra Mansa

Barra do Piraí

Pinheiral

Piraí e Arrozal

Resende

Itatiaia

Porto Real

Quatis

Mendes

Paty do Alferes

Miguel Pereira

Vassouras

Valença


Cidades onde os bancos estão abertos

Rio Claro

Angra dos Reis

Paraty

 

 
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