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Acusado de matar PM na Casa de Custódia é condenado a 27 anos de prisão
Publicado em 25/10/2011, às 10h19
 
Última atualização em 25/10/2011, às 10h19

Cleber Vitor da Silva, o "45", foi julgado ontem no Fórum de Volta Redonda

Dicler de Mello e Souza

Volta Redonda

Cleber Vitor da Silva, o "45", de 33 anos, foi condenado na noite de ontem (24), a 27 anos de prisão no regime fechado. Os jurados reconheceram que o réu matou com um tiro de escopeta calibre 12, o policial militar Luiz Fernando da Cruz. O crime foi no dia 28 de outubro de 2006, durante uma rebelião na Casa de Custódia de Volta Redonda, no bairro Roma.

À época, também foram baleados dois agentes penitenciários, que sobreviveram. Fábio Júnior de Souza Correa, o Madona, também é acusado pelo mesmo assassinato. Ele será julgado em novembro.

Já André Luiz Ribeiro de Mesquita, o Kiko, foi absolvido da acusação num julgamento anterior. O julgamento aconteceu no Fórum de Volta Redonda e o Ministério Público foi representado pelo promotor Sandro Fernando Machado, que afirmou que foram ‘45' e Madona, os idealizadores do motim.

A rebelião

Segundo o promotor, os dois serraram as grades da janela da galeria D, com capacidade para 50 presos, no segundo pavimento da unidade prisional. Eles desceram por uma Tereza (corda feita de pano) e renderem dois agentes penitenciários que estavam em duas guaritas localizadas no pátio da prisão, onde tomaram suas escopetas e os fizeram de reféns.

Em seguida, chegaram atirando no setor de inspetoria, sendo que ‘45' atirou no policial militar que morreu no local. Depois, os dois renderam outros funcionários e liberaram das celas mais de 300 presos. Na época da rebelião, o réu e Madona tinham vindo presídios do Rio para Volta Redonda, como forma de punição.

Pela denúncia do MP, eles mataram e incendiaram os corpos dos detentos conhecidos como Soldados e Djimon, que estavam em celas individuais, porque as vítimas pertenciam a uma facção criminosa que era rival a deles. Ao ser interrogado durante o julgamento, pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Volta Redonda, Ludovico Couto Colacino, o réu negou que tenha matado o policial militar.

De acordo com ele, após o motim, que só foi controlado na manhã do dia 29 de outubro, o então diretor da unidade prisional, Ricardo Larrubia, o torturou e o obrigou a assumir a autoria do assassinato do PM Luiz Fernando. O réu foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, motim de presos, cárcere privado, mas foi absolvido no porte de arma de fogo.

 
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