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Pastor é preso por receptação em Volta Redonda
Publicado em 19/02/2014, às 17h49
 
Última atualização em 19/02/2014, às 20h03

Francisco Benitez disse que a polícia desconfiou ao ver os equipamentos à venda no Mercado LivreVolta Redonda

O delegado titular da 93ª DP, Antônio Furtado, confirmou nesta quarta-feira (19), que o pastor Edilson Germano de Sá, já teve passagem pela polícia de Volta Redonda. Ele foi preso na terça-feira na cidade, por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) do Rio, suspeito de receptação de máquinas de soldas furtadas do estaleiro Brasfels, em Angra do Reis. Além dele, outros dois homens foram presos em Angra, são eles: Eberson Mayrink Fernandes do Nascimento e Jhonny Nostório.

Na casa do pastor, foram encontradas duas máquinas de soldas avaliadas em R$ 250 mil cada uma.

Segundo Furtado, Edilson vem respondendo, desde 2007, por vários crimes de estelionato e golpes relacionados a aquisição de veículo, inclusive, já respondeu em 2011, pelos mesmos delitos na 33ª DP (Campo Grande), na Zona Oeste do Rio.

- Em Volta Redonda, o pastor foi investigado não apenas pela Polícia Civil, mas também pela Polícia Federal. Ele ainda já teve passagem pela polícia civil de Resende, por apropriação indébita. Uma pessoa emprestou o carro ao pastor e ele não devolveu - revelou.

Ao ser informado de que Edilson comandaria uma igreja no bairro Aterrado, o delegado disse que irá ouvir pessoas ligadas ao religioso e que pretende anexar os depoimentos no inquérito que investiga o crime de estelionato praticado por ele.

Operação para prender suspeitos

O DIÁRIO DO VALE ouviu o delegado titular da 166ª DP (Angra dos Reis), Francisco Benitez, que trabalhou junto com agentes da DRF do Rio.

- Os trabalhos foram divididos. Enquanto os agentes da DRF prenderam os receptadores, a Polícia Civil de Angra dos Reis prendeu os autores do furto das máquinas, no estaleiro. Ainda têm mais gente para ser presa - adiantou Benitez.

Ainda de acordo com o delegado, o furto aconteceu em 2012 e desde então, foi instaurado um inquérito que vinha investigando o caso. Benitez informou que cada máquina furtada custava em média R$ 250 mil e são usadas em canos curvos não apenas no estaleiro, mas também em plataformas de petróleo. Elas são vendidas somente por uma empresa no Brasil.

- Conseguimos (policiais) desbaratar a quadrilha porque após seus integrantes colocarem à venda as máquinas no site, Mercado Livre. A partir daí, passamos a desconfiar porque eram máquinas de soldas que não eram encontradas em qualquer lugar - explicou.

 

 

 

 
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