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Trabalhadores da CBSI fazem paralisação
Publicado em 16/08/2012, às 18h31
 
Última atualização em 16/08/2012, às 18h31

Volta Redonda

Os trabalhadores da CBSI, prestadora de serviços à CSN, fizeram uma paralisação durante o dia de hoje (16), para protestar contra a decisão da empresa de fazer um acordo coletivo separado com o Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil do Sul Fluminense. A decisão foi tomada depois que o Sinduscon, que representa as empresas de construção civil da região, fechou com o sindicato dos trabalhadores um acordo considerado muito bom pelo presidente da entidade, Dejair Martins (veja mais adiante nesta reportagem).

- Quando a CBSI viu que os trabalhadores da construção civil iam receber aumentos salariais de cerca de 13%, decidiu sair do acordo e propôs uma convenção coletiva em separado. Só que o acordo que ela ofereceu dava apenas 5,9% de aumento, e os trabalhadores não aceitaram - afirmou Dejair.

Ontem, os trabalhadores da CBSI fizeram uma assembleia às 18 horas e decidiram parar a partir de ontem, às sete horas da manhã. Quando recebeu o aviso de greve, a empresa respondeu que a legislação não estava sendo cumprida, já que as greves precisam ser informadas com 48 horas de antecedência.

Depois dessa resposta, o Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil realizou outra assembleia hoje, às 14 horas. A decisão foi retornar ao trabalho, enquanto o sindicato vai informar oficialmente à empresa que não aceita negociar com ela em separado, e que ela terá de cumprir os termos do acordo fechado com o Sinduscon.

Os trabalhadores vão aguardar o pagamento do mês de agosto, que deve sair no quinto dia útil de setembro, para ver se a empresa cumpriu o acordo coletivo. Caso isso não aconteça, a empresa poderá ser acionada judicialmente pelo descumprimento do acordo e os trabalhadores darão início a uma paralisação.

O acordo

Com ganhos reais significativos, de até 35%, o acordo do Sinduscon com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil teve o objetivo de incentivar os profissionais a continuarem trabalhando no setor. O mercado de construção civil está aquecido em Volta Redonda e na região e as construtoras - que atuam num mercado totalmente diferente do da CBSI - estão com dificuldade para conseguir mão de obra.

 
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