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Em Angra dos Reis, fiscalização prende apenas uma pessoa por boca de urna
Publicado em 31/10/2010, às 19h28
 
Última atualização em 31/10/2010, às 19h28

Angra dos Reis

As eleições do segundo turno presidencial tiveram movimento tranquilo na região Costa Verde. Em Angra dos Reis, mais de 112 mil eleitores foram às urnas. Em todo o pleito, nenhuma urna apresentou problemas. Durante a operação de fiscalização da Justiça Eleitoral, com o apoio das polícias Militar e Federal, apenas uma pessoa foi presa por boca de urna.

- Correu tudo conforme o esperado, e não tivemos transtornos, inclusive foi mais tranquilo do que esperávamos. Dessa vez até São Pedro ajudou, e não tivemos chuva para atrapalhar, como da outra vez - disse o juiz eleitoral da 116ª zona, Ivan Pereira.

Em todo o município, policiais federais, militares e agentes do TER (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro fiscalizaram o pleito. Durante a operação, apenas um homem foi detido por boca de urna, em frente ao Colégio Municipal Ónorio Lima, no bairro Balneário. Logo após o encerramento da votação, o suspeito foi liberado.

Grande parte dos eleitores de Angra optou por votar cedo. Antes mesmo de 9h, já formavam fila nas seções eleitorais do município, como ocorreu no Ceav (Colégio Estadual Arthur Vargas), no Centro, e no Colégio Municipal Ónorio Lima, no bairro Balneário.

- O dia estava bom para ir à praia, por isso, aproveitei para votar logo cedo e escolher alguém que possa mudar esse país. Espero que o novo presidente olhe para os problemas de verdade, ao invés de ficar gastando o nosso dinheiro com "obras de político" - disse a vendedora Márcia Alves.

Em média, os eleitores esperaram cerca de dez minutos para votar. Cada eleitor permanecia no máximo um minuto na cabine de votação. Em alguns locais, como no Colégio Municipal Onório Lima e no Colégio Estadual Arthur Vargas, houve filas grandes, devido ao número de pessoas destinadas às mesmas seções eleitorais.

Após o término da votação, as urnas de todo o município foram concentradas no Ceav. De lá, as mídias digitais foram retiradas e enviadas aos cartórios eleitorais, para iniciar a apuração dos votos.

Com 17 anos, o estudante Cláuber Rodrigues não é obrigado a votar. Porém, com a intenção de fazer parte da democracia brasileira, foi o primeiro da fila em sua seção eleitoral, no bairro Balneário.

- Foi a primeira vez que votei, estava ansioso e curioso também. Além da responsabilidade de escolher alguém para comandar o país, queria conhecer como era o procedimento da votação. Agora espero que a minha escolha tenha beneficiado em alguma coisa, porque o nosso país precisa e muito de pessoas que tomem à frente os problemas dos brasileiros e olhe com carinho para nós - falou.

 
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