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Morte de João Felipe passa a ser investigada pelo MP
Publicado em 05/04/2013, às 19h21
 
Última atualização em 05/04/2013, às 19h21

Dicler de Mello e Souza
Dicler.mello@diariodovale.com.br

Barra do Piraí

O delegado titular da 88ª DP, José Mário Omena, entregou hoje (05) ao Ministério Público o inquérito policial sobre o assassinato do menino João Felipe Eiras Santana Bichara, de seis anos. Ele foi morto por asfixia no dia 25 de março em um dos quartos do Hotel São Luiz, no Centro de Barra do Piraí.
A manicure Suzana de Oliveira, de 22 anos, confessou o crime. Ela está presa em uma das unidades do Complexo Penitenciário Gericinó, no Rio. Caberá ao promotor responsável pela apuração do crime pedir ao juiz da vara criminal de Barra do Piraí que receba a denúncia contra manicure.
Segundo o delegado, o laudo de necropsia do IML (Instituto Médico Legal) de Barra do Piraí atestou que a casa da morte de João Felipe foi asfixia mediante sufocação. A acusada usou uma toalha do hotel, segundo o laudo, para matar a criança.
Caso o juiz acate a decisão do MP, Suzana passa à condição de ré e a participar dos tramites do processo judicial. José Omena indiciou a manicure nos crimes de homicídio triplamente qualificado e omissão de cadáver.

Prisão

Após matar a criança, a acusada saiu do hotel carregando João Felipe no colo, enrolado em um lençol. O corpo do menino foi encontrado na noite do dia 25 dentro de uma mala na casa de Suzana, na Rua Cristiano Otoni, no Centro. O delegado conseguiu imagens do circuito interno de TV do hotel que registraram Suzana entrando sozinha com João Felipe.
Suzana trabalhava como manicure para a mãe da vítima, a empresária do ramo imobiliário Aline Eiras Bichara, e frequentava a casa da família há três anos. Suzana chegou a ser considerada amiga confidente da mãe de João Felipe.
A polícia só não conseguiu confirmar a verdadeira motivação do crime. A manicure alegou que sequestrou o menino no Colégio Nossa Senhora Medianeira, onde ele estudava, apenas para dar um susto no pai dele, o administrador Heraldo Bichara Júnior, de 38 anos, com quem afirmou que teve um relacionamento anto amoroso.
Heraldo, ao depor na última terça-feira, negou qualquer tipo de envolvimento amoroso com a manicure. O administrador admitiu que a acusada chegou a assediá-lo no ano passado, mas ele repeliu as investidas.
Em uma carta entregue ao delegado pela mãe da manicure, Simone de Oliveira, Suzana descreve toda a preparação do sequestro, incluindo um pedido de resgate de 300 mil reais.

 

 
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