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Homem mata ex-companheira e depois se suicida
Publicado em 04/12/2013, às 16h51
 
Última atualização em 04/12/2013, às 20h19

Barra Mansa

O aposentando por invalidez Carlos Augusto dos Santos - que era conhecido como Agostinho -, de 54 anos, matou na tarde de hoje sua ex-companheira, Rosana Melo de Mendonça, de 44, e se matou em seguida. O crime foi cometido no imóvel de Agostinho, na Rua Goiânia, no bairro Getúlio Vargas, em Barra Mansa.

Segundo a Polícias Militar, Agostinho usou um revólver calibre 38 para atirar na boca e na bochecha de Rosana. Em seguida, ele utilizou a mesma arma para se matar com um tiro na boca. A mulher foi encontrada morta em cima da cama do apartamento do ex-companheiro. Ele estava morto na varanda do apartamento.

Segundo testemunhas, Agostinho mandou chamar um sobrinho após matar a mulher. "Quando ele chegou ao apartamento, Agostinho atirou na própria boca", disse uma das testemunhas.

Os PMs encontraram próximo ao corpo de Rosana duas seringas, e chegaram a levantar a suspeita de que ela poderia ter sido dopada antes de ser morta a tiros, mas apenas o laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Volta Redonda poderá confirmar ou não a hipótese.
As mortes serão apuradas pelo delegado titular da 90ª DP, Ronaldo Aparecido de Brito. A polícia não descarta a hipótese do crime ter tido motivação passional.

O tio de Agostinho, Francisco Carlos dos Santos, de 56 anos, disse que o casal viveu junto 15 anos, e que há quatro se encontrava periodicamente. Segundo ele, nos últimos dias os dois tiveram desentendimentos.

- Eles estavam discutindo muito por telefone, ultimamente, já que era muito raro quando Rosana aparecia na casa do meu sobrinho - disse Francisco.

Ele informou ainda que Rosana deixa três filhas de outro relacionamento. Ainda de acordo com Francisco, a vítima morava no bairro Santo Agostinho, em Volta Redonda, e trabalhava no Ciep do Bairro Saudade, em Barra Mansa.

O vizinho de Agostinho, o também aposentado João Coutinho, de 74 anos, disse que a vítima era um pessoa feliz.

- Nunca esperava que Agostinho fosse fazer uma besteira dessas. Jamais presenciei nada que o incriminasse. Ultimamente, estava morando sozinho - disse João Coutinho.

 

 
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