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Rodolfo e Juninho não treinaram hoje com os demais companheiros
Publicado em 27/1/2012, às 19h40
 
Última atualização em 27/1/2012, às 19h40

Rio

Os atletas Rodolfo e Juninho Pernambucano foram poupados do treino realizado pelo técnico Cristovão borges, na manhã de hoje, no Cefan (Centro de educação física da Marinha).

Os dois ficaram em São Januário realizando atividades específicas, mas não devem ser problemas para a partida de domingo contra o Duque de Caxias em Macaé. O zagueiro Rodolfo, que já está regularizado, deve fazer sua estreia com a camisa cruz-maltina. O jogador irá entrar no lugar de Renato Silva e vai fazer a dupla de zaga ao lado de Dedé.

No treino desta manhã, Cristovão Borges priorizou a rapidez no toque de bola e na movimentação. Os atletas trabalharam em um campo reduzido, com nove jogadores de cada lado. O meia Felipe que sentiu incômodo durante a semana, treinou normalmente.

 

Coronel chega aos 76 anos

O lendário lateral-esquerdo do Vasco Antônio Evanil da Silva, o Coronel, fez 76 anos hoje. O jogador chegou em São Januário ainda garoto vindo da roça. Quando conseguiu subir aos profissionais, tratou de colocar o seu espírito guerreiro e de liderança, da onde veio o apelido Coronel, para conquistar o seu espaço no elenco e no coração da torcida vascaína.

Aos 20 anos, ganhou o Carioca de 1956. Pouco tempo depois, em 1958, faturou o Super-supercampeonato, o estadual mais emocionante de todos os tempos, formando uma das linhas defensivas mais famosas da história do Cruz-Maltino - Paulinho, Bellini, Orlando Peçanha e Coronel. Virilidade e raça eram as suas principais características para anular os grandes pontas-direitas da sua época, como Tilê, Dorval, Joel, entre muitos outros.

Mas seus combates mais épicos foram diante de Garrincha e com o Vasco quase sempre vencendo o Botafogo. Por causa deles, o lateral cruzmaltino ficou conhecido mundialmente por ser considerado o melhor marcador de Garrincha, opinião do próprio botafoguense, sendo um dos orgulhos em sua carreira.

Coronel, contudo, ficou marcado, acima de tudo, pelo orgulho de atuar ostentando a Cruz de Malta no peito. Foi um dos atletas que mais demonstrou amor à camisa vascaína, entregando-se nas partidas e sempre fazendo questão de expor seu sentimento pelo Gigante da Colina.

 
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