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Roma
Se ainda não conseguiu acabar com seu jejum de vitórias ou mesmo de pódios na F-1, a sexta colocação conquistada no GP de Mônaco, hoje (28), ao menos rendeu a Felipe Massa elogios da Ferrari, algo que havia se tornado raro nos últimos tempos. - Felipe fez um ótimo final de semana. Foi o resultado que ele precisava depois de semanas de tanta pressão - afirmou Stefano Domenicali, chefe da escuderia italiana. Em seu último ano de contrato com a Ferrari, Massa teve seu pior início de ano desde sua estreia na F-1, na Sauber, em 2002. Passou em branco nas três primeiras etapas do campeonato e no Bahrein conseguiu enfim marcar os primeiros pontos. Na corrida seguinte, em Barcelona, porém, foi mal na classificação e chegou numa modesta 15ª posição, enquanto seu companheiro de time, Fernando Alonso, subia ao pódio na segunda colocação. Os dois chegaram a Mônaco com uma defasagem de 59 pontos no campeonato, o suficiente para que a pressão para que o brasileiro voltasse a pontuar bem crescesse. - Tenho certeza de que este foi o momento da virada para o Felipe nesta temporada. Foi um impulso num momento complicado. E é este tipo de performance que nós precisamos para o Mundial de Construtores - completou Domenicali. "Espero um Felipe forte até o final do ano", disse. Com os oito pontos de Massa e os 15 de Alonso em Montecarlo, a Ferrari subiu da quarta para a terceira posição no campeonato das equipes, superando a Lotus -a Red Bull lidera, com 146 pontos, contra 108 da McLaren e 86 dos italianos. Mas apesar da melhora na corrida de domingo (27), que viu Mark Webber se tornar o sexto vencedor diferente em seis provas disputadas em 2012, um recorde na F-1, Domenicali diz que não é o momento de a equipe relaxar. - Acho que podemos ficar satisfeitos, mas não é hora de descansar, especialmente porque nosso carro ainda não é o melhor em termos de performance, ainda mais se olharmos especificamente para os treinos de classificação - afirmou o dirigente.
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